As Claras 

Os 100 dias já foram e agora é continuar fazendo obras e realizações com substância





14/4/2019

Foto: EBC

Meus caros leitores, que a população que elegeu Bolsonaro presidente tem todo o direito de cobrar, de exigir e até de lamentar se algumas caneladas não são compreendidas, até se explica e se pode aceitar. Os mais de 57 milhões que votaram tinham ou tem suas razões.

Mas uma delas é evidente: o povo brasileiro até não tinha muita certeza do que queria e muito menos analisava com rigor as propostas ou pauta do discurso do candidato mas de uma coisa ela tinha absoluta certeza, o de que não queria mais para o País.

Dentre o que não aceitava mais era a roubalheira, a corrupção, o estado de bem estar social que sempre beneficiava o “eles” e nunca o nós. E isto foi criando um caldo que entornou nas urnas. O povo rejeitou o que tínhamos até então.

E eram tantas coisas que poderiam citar novamente apenas algumas, esquecidas por certos colegas inclusive: Pasadena, quanto deu de prejuízo ao Brasil? E o complexo petroquímico que o Chávez empurrou para Lula e só o Brasil perdeu. E o dinheiro que foi para ditaduras e ditadores amigos do governo de então?

Sem contar a derrocada da economia, a inflação, o déficit público, a politização nas escolas, o kit gay, o descontrole na segurança do cidadão e o rombo nas contas públicas. E as máquinas inchadas no governo federal e nos estados, lotadas pela cumpanherada.

Então, seria de boa intenção que ao serem feitas as contas das propostas para os 100 dias, que algumas não foram cumpridas e outras estão em seguimento, fosse lembrado que há tanto o que fazer daquilo que foi deixado como escombros, que realizar uma obra significativa, que seja lembrada, é quase impossível.

Mas sobrou um saldo considerado positivo por quem, de forma mais isenta, analisou esta primeira fase governamental. Se seguisse no esquema anterior, com certeza teríamos muitas placas inaugurais de obras fictícias, como as chamadas casas de Defesa das Mulheres, o trem bala para Goiânia e São Paulo e por aí vai.

Poderia pintar as paredes de um prédio destruído por dentro que se enxergaria ali que algo mudou. Na aparência e não na essência. Portanto, os 100 dias já foram e agora é continuar fazendo obras e realizações com substância. Quem sabe isto desperte o interesse de quem se preocupa com a perfumaria. O governo tem que ter a sinceridade de também não fazer de conta que muda para nada mudar.

Colocar roupa nova e limpa em corpo sujo e velho, por exemplo.

Direto de Brasília,


Fonte: José Woitechumas


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