As Claras 

Bolsonaro e Rodrigo Maia, jogaram água na fervura





28/3/2019

Reprodução

Meus caros leitores, tem coisas que são duras de agüentar mas que precisam ser reveladas. Uma delas foi constada recentemente na viagem do Presidente Bolsonaro aos Estados Unidos. A interpretação de alguns jornais e jornalistas naquele país teceram elogios ao resultado da viagem. Estreitar relação entre os dois países foi o principal objetivo alcançado .

Mas jornais adversários de Trump lá e as velhas carpideiras daqui, que continuam chorando a derrota nas urnas, não se conformam. Daí que alguns jornais de lá, abastecidos com as versões desta turma daqui e criam a impressão de que a viagem não trouxe quase nada de positivo.

Duro de constatar é que lá eles estão nos dizendo que é assim, que certos jornais se abastecem de informações sobre o Brasil só que da turma já conhecida. Pior, jornais de lá também foram abastecidas por certas fontes do próprio Itamarati, o que deu aquela impressão de que estava tudo errado no encontro familiar com Trump. E não foi assim e outros jornais também salientaram como positivo o encontro. Só brasileiro fala mal do Brasil.

Perguntei a um especialista se a maioria dos americanos está contra o governo Trump. Categoricamente afirmou que não. O país está gerando empregos, a economia vai bem e as esquisitices e exageros de Trump não interferem na economia. Nem na vida deles. Mas não é isto que é transmitido para cá.

Outro equívoco, senão licenciosidade perigosa é a da revista britânica The Economist, em matéria publicada nesta quinta-feira,voltou a fazer críticas ao presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de "aprendiz de presidente", e afirmou que o mandato dele pode ser curto "a menos que ele pare de provocar e aprenda a governar".

Já dá para perceber que o jornal está se abastecendo de fontes não confiáveis. Ainda ontem foi realizado com o mais absoluto êxito o leilão da ferrovia Norte Sul, mais de 2 bilhões e 700 milhões, que vem se somar aos exitosos leilões anteriores.

Bolsonaro e Rodrigo Maia, jogaram água na fervura, Paulo Guedes está conseguindo mostrar que a Reforma da Previdência não é do governo, Moro se encontra com Maia e o pacote anticrime vai andar, as bolsas reagiram favoravelmente e o dólar também. Então, se alguém falar do Brasil, dá para ignorar que a carroça está andando e que as abóboras estão se acomodando?

Não podemos ir sempre de um extremo à outro. Alguém pode escolher ser pessimista ou otimista. O pessimista ganha uma bicicleta e começa a dizer que é perigoso, que ele pode cair, quebrar uma perna enfim, um risco o presente.

O otimista ganha uma latinha com esterco, abre e exulta: ganhei um cavalo, onde ele está? Cada um escolhe o que quer ser. Ou pode ser.


Direto de Brasília,


Fonte: José Woitechumas


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